Um ataque aéreo israelense na região de Nuseirat, em Gaza, matou Ihab Jamil Abu Taqiya, comandante de uma célula do Hamas que, segundo Israel, participou da retenção de reféns, informou o The Jerusalem Post em 30 de outubro. De acordo com um comunicado conjunto das Forças de Defesa de Israel e do Shin Bet, o ataque ocorreu na quinta-feira, 29 de outubro.
O anúncio foi feito um dia após o ataque, e a reportagem não verificou de forma independente o relato dos órgãos israelenses.
Os órgãos israelenses nomearam 12 pessoas que, segundo disseram, foram mantidas por Abu Taqiya, incluindo os ex-reféns Noa Argamani, Emily Hand e Ohad Ben Ami. Os militares também disseram que Ibrahim Gihad Muhammad Abu Oshaiba, identificado como comandante de pelotão do Hamas, morreu no mesmo ataque. Os órgãos alegaram que ambos promoveram ataques contra soldados e civis israelenses e trabalharam para restaurar as capacidades militares do Hamas.
O anúncio foi feito um dia após o ataque, e a reportagem não verificou de forma independente o relato dos órgãos israelenses.
As FDI descreveram a atividade como violação do cessar-fogo e disseram ter tomado precauções para reduzir danos a civis. Esses pontos refletem a versão dos órgãos israelenses. A reportagem não incluiu uma avaliação independente dos papéis dos homens, uma resposta do Hamas ou informações sobre vítimas além dos dois comandantes identificados.
O anúncio foi feito um dia após o ataque, e a reportagem não verificou de forma independente o relato dos órgãos israelenses.
O mesmo comunicado conjunto descreveu ataques separados na quinta-feira contra dois depósitos de armas do Hamas em Al-Bureij e na Cidade de Gaza. Os militares disseram que os locais continham armas e equipamentos, incluindo foguetes, explosivos, rifles e munição. Afirmaram que civis receberam avisos prévios e que foram usadas munições de precisão e vigilância aérea.
O anúncio foi feito um dia após o ataque, e a reportagem não verificou de forma independente o relato dos órgãos israelenses.
O ataque segue um padrão de operações israelenses contra agentes do Hamas que, segundo Israel, representam ameaças imediatas ou estão reconstruindo capacidade militar. O comunicado público apresenta nomes e funções, mas não a inteligência usada para identificar os alvos. Os Estados Unidos designam o Hamas como Organização Terrorista Estrangeira. O relato do artigo sobre retenção de reféns e planejamento de ataques continua atribuído às FDI e ao Shin Bet.
O anúncio foi feito um dia após o ataque, e a reportagem não verificou de forma independente o relato dos órgãos israelenses.