As FDI demoliram as casas de dois homens na aldeia árabe de Beita, na região da Samaria, segundo a Sala de Situação da Judeia e Samaria. A publicação disse que os homens haviam sido presos vários meses antes sob suspeita de planejar uma série de ataques, incluindo um sequestro.
Uma atualização ao vivo em francês do The Times of Israel noticiou separadamente que o exército demoliu casas de dois palestinos que, segundo o veículo, haviam realizado vários ataques contra soldados. Os trechos fornecidos descrevem de forma diferente as acusações subjacentes: a Sala de Situação diz que os homens eram suspeitos de planejar ataques, enquanto o relato francês os descreve como autores de ataques.
Demolição e resposta
A Sala de Situação disse que a Brigada da Samaria realizou as demolições na manhã de 28 de outubro. Também citou uma publicação de um grupo de Telegram de Beita: “A demolição de casas não quebrará o espírito dos livres”, e mencionou uma legenda de vídeo que afirmava que a determinação não seria quebrada.
“A Brigada da Samaria explodiu nesta manhã, na aldeia árabe de Beita, as casas de dois terroristas presos vários meses atrás sob suspeita de planejar uma série de ataques, incluindo um sequestro.” Sala de Situação da Judeia e Samaria
A Sala de Situação interpretou “os livres” como um termo simpático para presos de segurança, terroristas ou pessoas que os autores veem como combatentes pela libertação palestina. Essa explicação é da Sala de Situação; a publicação não fornece tradução nem contexto adicional do grupo de Telegram.
Nenhum dos relatos fornecidos descreve em detalhe os supostos planos de ataque, identifica os dois homens ou explica as provas que levaram às prisões. Os relatos também não dizem se as casas estavam ocupadas no momento ou se alguém ficou ferido durante a operação.
Contexto de segurança
Segundo a Sala de Situação, a ação das FDI ocorreu após prisões ligadas a ataques alegados, incluindo o planejamento de um sequestro. As fontes não discutem o efeito das demolições sobre a segurança nem especificam outra resposta operacional. Os relatos não vinculam o caso à narrativa de “violência de colonos”.
Os fatos centrais são que a Brigada da Samaria demoliu casas em Beita pertencentes a dois homens presos meses antes em conexão com ataques alegados. As fontes divergem sobre se os ataques foram planejados ou executados; essa distinção deve permanecer explícita até que surjam mais detalhes.